22/01/20

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Acabou, e agora?

03/09/2014

Quem nunca teve alguma desilusão amorosa ou um término de relacionamento ao longo da vida ainda poderá vivenciar essa situação. É uma das tantas perdas difíceis que podemos experimentar e que traz grande sofrimento. Se não conseguimos optar sobre as decisões do nosso próprio coração, precisamos aceitar que também não vamos conseguir interferir nas escolhas de outra pessoa. Assim, devemos compreender que, em qualquer tipo de relacionamento, ambos precisam estar satisfeitos, felizes e dispostos. Caso contrário, talvez seja a hora de terminar, ou ainda, de nem começar. Quando não existe motivação de uma das partes, vale insistir apenas até certo momento. Se a outra pessoa não quer, é melhor que cada um siga a sua vida separadamente.

 

Quando ainda existe um sentimento envolvido e ocorre uma separação, a perda se torna ainda mais dolorosa, porque, além de não poder ficar perto da pessoa amada, há o agravante de que essa poderá ter um relacionamento com outra pessoa. É preciso então sentir a perda, vivenciá-la. Não existe outra saída. Não temos que ser fortes, podemos sim sofrer, chorar, sentir raiva, tristeza, desespero, angústia, negação e frustração. Mas tudo tem o seu limite, e chegará a hora de o luto acabar. Após o período natural de sofrimento, é hora de “virar a página”. Será impossível não lembrar da pessoa, pois não existe uma borracha que apague as boas lembranças. Então, vamos ter a única escolha possível, que é sobreviver após uma perda “tocando a vida” em frente, assim como somos obrigados a fazer quando ocorre o falecimento de um ente querido. Após algum tempo, a “ferida” cicatriza.

 

É melhor, então, tentarmos não ficar focados na perda. Nesse sentido, “não se preocupe com as pessoas do seu passado. Há alguma razão pela qual elas não estão em seu presente e outra pela qual não chegarão ao seu futuro.” Tudo vale como experiência e em todos os relacionamentos aprendemos algo. As pessoas entram em nossa vida por alguma razão. Algumas permanecem, outras não. Às vezes, elas não permanecem por escolha delas, em outras, por uma escolha nossa. Na vida, é assim que acontece.

 

Belas são as palavras do poeta Mário Quintana: “O segredo é não correr atrás das borboletas… é cuidar do jardim para que elas venham até você”. Não devemos insistir que determinadas “borboletas” fiquem no nosso jardim. Precisamos deixá-las livres e valorizar aquelas que queiram estar nele. O mais importante é cuidarmos da nossa autoestima. Bom mesmo é estar ao lado de quem nos ama e nos valoriza!

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