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Uma missão para a vida

08/05/2015

“Mãe não tem limite, é tempo sem hora”, segundo o poeta Carlos Drummond de Andrade. São três letras apenas a desse nome bendito, e nelas cabe o infinito. É do tamanho do céu e apenas menor que Deus, na expressão de outro grande poeta, Mario Quintana. Talvez não exista amor maior e mais incondicional do que o de uma mãe pelos filhos.

 

A ligação com nossa mãe é muito forte desde o útero materno, onde recebemos nossos primeiros cuidados, e se estende nas diferentes fases ao longo de nossas vidas. Seja nos melhores momentos ou nos mais difíceis, é ela quem estará sempre conosco, comemorando ou nos consolando e oferecendo todo o seu amor e apoio sincero.

 

Nossa mãe, por buscar apenas nosso bem-estar, é aquela que vai nos levar, na infância, para recebermos uma vacina injetável, porque sabe que será melhor para nossa saúde, é também a que nos dará limites, não deixando que corramos riscos, e que mais tarde vai nos falar as verdades que precisamos ouvir, sendo sincera e trazendo críticas construtivas, tentando nos impedir de cometer erros, e fará tudo isso por amor. Não podemos jamais interpretar de forma errada, tendo conflitos com quem quer apenas nosso bem. Muitas vezes é mais fácil ouvirmos os amigos que acham tudo que fazemos legal, e que em muitos casos concordam conosco para não serem deselegantes e por não terem intimidade suficiente para dizerem que estamos errados.

 

A proximidade do dia das mães sensibiliza a todos nós, fazendo lembrar que é hora de oferecermos um presente, e de refletirmos sobre a importância dessa pessoa nas nossas vidas. Mas muito mais do que ajudar a movimentar e dar lucro para o comércio na data, precisamos pensar qual será o maior presente que uma mãe espera e merece nos 365 dias do ano.

 

Retribuir todo o carinho e amor que a mãe dedica a nós ao longo da vida pode ser o maior afago que ela possa receber. Muitas vezes, na correria dos dias atuais, deixamos de reservar um tempo para uma visita, um chimarrão, um bate-papo, uma ligação ou qualquer gesto de atenção, como um beijo ou um abraço.

 

Não existe “ex-mãe”. E na sua graça, ela é eternidade, lembra Carlos Drummond de Andrade o qual, se pudesse, baixava uma lei na qual ficaria determinado que “mãe não morre nunca, mas ficará sempre junto de seu filho”. Precisamos aprender a valorizar mais as pessoas queridas, enquanto elas estão conosco. A vida é frágil e o tempo passa muito rápido e, em algum dia, restarão apenas o amor, que se estenderá para sempre, e as lembranças de momentos tão bons vividos ao lado de nossa querida mãe.

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